Portugal assinala na entrada em 2026 quatro décadas como Estado-Membro da União Europeia (UE), 40 anos que transformaram profundamente o país.
A UE terá de construir cerca de 650 mil novas habitações por ano, o que exigirá um investimento público e privado na ordem dos 150 mil milhões de euros anuais.
O mais recente Eurobarómetro revela que 74 % dos cidadãos da União Europeia consideram que o seu país beneficiou da adesão à União Europeia (UE), com Portugal a destacar-se como um dos Estados-Membros mais europeístas.
Desde ontem que os Estados-Membros começaram a introduzir nas suas fronteiras externas um novo sistema de fronteiras digital da Europa, o Sistema de Entrada/Saída (SES).
Os preços das casas subiram 5,1% na zona euro e 5,4% na UE no segundo trimestre face a 2024.
O Banco Europeu de Investimento (BEI) vai investir 3.000 milhões de euros na construção de um milhão de casas acessíveis na União Europeia nos próximos cinco anos.
O Eurostat reviu hoje em alta o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro para 1,5% e o da União Europeia (UE) para 1,6% no segundo trimestre, face ao período homólogo, comportamento que mostra um abrandamento.
O aumento dos preços pode contrair a procura de exportações. O impacto das novas tarifas afectará especialmente as empresas com menos musculatura financeira, aumentando o seu risco de crédito comercial.
Os produtos de cortiça estão na lista de isenções do mais recente acordo de tarifas alcançado entre os Estados Unidos da América e a União Europeia.
A inflação da zona euro manteve-se em Julho nos 2%, valor que corresponde exactamente à meta de estabilidade de preços definida pelo Banco Central Europeu (BCE).